quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Especial: [Física Curiosa] Elefante em cima da árvore

Elefante em cima da árvore

Você imagina tal situação?

Um filhote de elefante foi encontrado morto no alto de uma árvore no Sri Lanka, levado pelas águas da enchente que atinge o país.
O animal foi encontrado perto do rio Kaloya, no norte do Sri Lanka, onde o rio subiu 5,5 metros acima de seu nível normal.
Os moradores do vilarejo perto do rio alertaram o fotógrafo Kanchana Kumara Ariyadasa, que fez a foto na quinta-feira.
Ele acredita que a foto é uma das imagens marcantes das grandes enchentes que atingem o país asiático, ao sul da Índia.
"Trabalho como jornalista há dez anos, mas esta pode ser uma das fotos mais estranhas que já fiz em minha carreira", disse Ariyadasa à BBC.
"Autoridades do setor de meio ambiente estão tentando descobrir a melhor maneira de descer (o filhote de elefante do alto da árvore) para examiná-lo", disse o fotógrafo na quinta-feira.
Milhares de animais, incluindo elefantes, cobras, búfalos e gado, podem ter morrido nas enchentes. Pelo menos 23 pessoas morreram e mais de um milhão foram afetadas pelas inundações no Sri Lanka. O governo afirma que mais de 325 mil pessoas estão desabrigadas.
Mais de 30 mil militares do Exército, Marinha, polícia e Força Aérea estão trabalhando para entregar com urgência os suprimentos para os afetados pelas enchentes.



"Reportagem de BBC Brasil | 14/01/2011 09:26"
<http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/elefante+e+encontrado+em+copa+de+arvore+apos+cheia+no+sri+lanka/n1237949747803.html>


Imagem representando um elefante sobre uma árvore.


Com isso podemos observar um objeto de grande massa sobre algo frágil.
O exemplo de Elefantes são muito usados na física informal devido a sua proporção, veja alguns casos:


“Se soltarmos simultaneamente, de uma mesma altura, um elefante e uma pena, quem cairá primeiro?”
˟ Deixando de lado as piadinhas de como realizar essa façanha na prática, nos parece óbvio que o elefante cairá primeiro! Mas por quê? Já pensamos alguma vez nisso?
É claro, o elefante é mais pesado do que a pena, então ele cairá primeiro.
Antes que alguém desse resposta “correta”, o professor completou: “Suponha que no local da “experiência” não há ar, ou seja, a resistência do ar é desprezível, ou ainda: o elefante e a pena são soltos no vácuo!”
Agora complicou!
˟ Depois ele explicou que o ar afeta a queda de objetos de diferentes modos, afetando mais a queda da pena, que é muito leve e cai em zigue-zaque, do que o elefante.
Alguém raciocinou: é impossível a pena cair antes do elefante, como é impossível cair depois, então, se não cai depois e nem antes, eles caem simultaneamente! Por quê?
˟ Galileu Galilei (1564-1642). O que Galileu tem a ver com o problema do elefante e a pena? Dizem que Galileu deixou cair do alto da torre de Pisa (a sua cidade natal, na Itália), duas balas de canhão de massas diferentes, e que elas caíram simultaneamente no chão (clique aqui para ver a animação).
Emprestando esta idéia de Galileu, concluímos que o elefante e a pena também caem juntinhos. É fácil entender a afirmativa de Galileu aplicando a segunda lei de Newton (Newton nasceu no ano em que Galieu morreu.).
˟ Vamos aplicar assim mesmo a segunda lei de Newton ao elefante e à pena (lembrem-se que Newton viveu depois de Galileu, que descobriu tudo isso sem conhecer as leis de Newton.).
Pois bem, F = ma, onde F é a força da gravidade e a aceleração a = g é a própria gravidade, g = 9,8 m/s2 na proximidade da superfície da Terra.
Aplicando essa equação para o elefante de massa M e a pena de massa m, temos FE = Mg e FP = mg, onde FE e FP são as forcas peso do elefante e da pena.
Como g é o mesmo para os dois objetos, combinando essas duas equações, obtemos FE/M = FP/m = constante. FE, o peso do elefante, é muito maior do que FP, o peso a pena, mas esses pesos são divididos pelas respectivas massas do elefante (M) e da pena (m). Como M é muito maior do que m (M >> m), a razão FE/M = FP/m = g = 9,8 m/s/s, que é a aceleração de queda livre do elefante e da pena.
˟ Dito de outra forma, como o elefante e a pena são soltos do repouso, com velocidade inicial zero, e sofrem a mesma aceleração g = 9,8 m/s/s, eles cairão com a mesma velocidade, e, portanto, no mesmo instante, ou seja, simultaneamente, como previu Galileu.
O mais legal de tudo isso é que Galileu teria lançado as balas de canhão com massas diferentes do alto da torre de Pisa onde havia resistência do ar. Provavelmente o experimento “deu certo” porque o efeito da resistência do ar no tempo de queda dos corpos não pôde ser medido com tanta precisão como se faz hoje em dia.
˟ Entenderam tudo, não? Ótimo!  (Relação a uma animação do site que foi retirado) A bolinha representa a pena e o elefante representa, naturalmente, o próprio elefante. Note que nem precisa a pena ser solta parada, ela pode ser lançada com uma certa velocidade horizontal (porém, com velocidade vertical nula). Mesmo assim ela cai simultaneamente com o elefante. Detalhe: ambos caem no rio e o elefante não se machuca!

<http://fisicanimada.blogspot.com/2008/09/galileu-o-elefante-e-pena.html>

Agora observe a imagem:


Podemos ver claramente a proporção de um elefante filhote para a ave ao lado.

Agora, pense bem... Uma formiga pode empurrar um elefante?

˟ Muitos professores do ensino médio, quando falam a respeito da 2ª Lei de Newton (a que diz que: F = m x a) tentam nos convencer de que uma formiga pode empurrar um elefante.
˟ Em uma situação real, obviamente isso é impossível, a não ser que a formiga seja a formiga atômica, pois a força de atrito estático que age sobre o elefante é muito superior à força máxima que uma formiga pode exercer sobre o mesmo.
˟ Agora vamos considerar uma situação hipotética, onde não haja força de atrito agindo no elefante. Então a formiga pode sim tirar o elefante de sua inércia – nesse caso, vamos tirar o elefante do seu repouso, ou seja, ele está parado e a formiga ira colocá-lo em movimento. Vamos aos cálculos:
A massa de uma formiga está entre 1 e 150 miligramas, ou seja, 1 x 10-6kg e
150 x 10-6kg, respectivamente (passei de miligramas para quilogramas porque faremos os nossos cálculos no Sistema Internacional de unidades – S.I.).
E a força máxima que uma formiga pode exercer está entre 50 vezes o seu peso, dependendo da espécie.
Peso = massa x gravidade
˟ Vamos admitir a massa de 150 miligramas para a formiga, assim teremos uma força maior para a formiga.
P = 150 x 10-6 x 9,8 (que é a aceleração da gravidade)
P = 1,47 x 10-3, este é peso da formiga. Multiplicando pela sua capacidade de exercer uma força, ou seja, 50.
1,47 x 10-3 x 50 = 0,0735N.
Um elefante tem em média uma massa de 7,5ton. = 7500kg
Força = massa x aceleração
Substituindo a força máxima da formiga e a massa do elefante, teremos:
F= m x a
a = F/m
a = 0,0735/7500
a = 9,8×10-6 m/s2
˟ Está será a aceleração do elefante se ele for empurrado pela formiga. É uma aceleração extremamente baixa, para se ter uma idéia disso vamos ver em quanto tempo o elefante percorreria 3km com essa aceleração:
Distanciafinal = Distanciainicial + Velocidadeinicial x Tempo + aceleração x Tempo2/2.
Melhor escrevendo:
Df = Di + Vi x T + a x T2/2
˟ Considerando que o elefante estava parado quando foi empurrado pela a formiga:
Temos um tempo igual a T= 24.743,60 segundos.
Ou seja, para percorrer 3km o elefante demoraria aproximadamente 6 horas e 52 min.

<http://curiofisica.com.br/ciencia/fisica/formiga-e-elefante>

Um elefante é um animal muito pesado? Ele tem muito peso, muita massa, ambos?
Vamos rever sobre peso e massa?


É correto afirmar que quando o homem chegou a lua ele estava com um peso diferente devido a gravidade?

Homem ao pisar na lua.


˟ É comum ouvirmos as seguintes frases: “Eu peso 85 kg”, “Estou acima do meu peso”, “O peso ideal para sua altura é 75 kg”. Popularmente, estamos associando a medida observada ao subirmos em uma balança à palavra peso. Essa argumentação utilizada por grande parte das pessoas está totalmente equivocada, pois não podemos relacionar peso com a massa de um corpo, que é a grandeza verificada na balança. As definições corretas são: 
˟ Peso é uma força “invisível” que atrai os corpos para a superfície da terra. Dessa forma, o nosso peso varia de acordo com o valor da gravidade, diferente em outros planetas e satélites naturais do sistema solar. 
Massa é a quantidade de matéria presente em um corpo. Dizemos que a massa de uma pessoa é a mesma em qualquer lugar. 
Por exemplo, vamos imaginar que uma pessoa tenha massa de 60 kg. De acordo com essa medida, podemos dizer que ela possui peso igual a aproximadamente 588 N (Newton). Vamos entender o valor desse peso: 
Quando nos referimos ao peso, dizendo que seu valor depende da gravidade, então estamos colocando em prática a 2ª lei de Newton, demonstrada pela fórmula matemática: P = m * g. 
Nessa expressão, temos que: 

P: peso 
m: massa 
g: aceleração da gravidade 

˟ Continuando com mais um exemplo, vamos determinar o peso de uma pessoa com massa igual a 57 kg, na terra, na lua e em outros planetas. Mas para isso, precisamos conhecer as acelerações da gravidade que estão presentes na tabela a seguir:

Sol 274
Júpiter 22,9
Netuno 11,0
Terra 9,8
Saturno 9,05
Vênus 8,60
Urano 7,77
Mercúrio 3,78
Marte 3,72
Lua 1,67
Plutão 0,5

Uma pessoa com a massa igual a 57 kg possui os seguintes pesos: 

Na terra 
P = m * g → P = 57 * 9,8 → P = 558,6 N 
Na lua 
P = m * g → P = 57 * 1,67 → P = 95,19 N 
Em Júpiter 
P = 57 * 22,9 → P = 1 305,3 N 
Em Plutão 
P = 57 * 0,5 → P = 28,5 N 
No sol 
P = 57 * 274 → P = 15 618 N


sábado, 3 de setembro de 2011

Capacidade Térmica.

  • Primeiramente, o que cada incógnita significa. 



Q = Calor
('Q' está se referindo a ''calor'')

 C = Capacidade Térmica
('C' está se referindo à ''capacidade térmica'')

∆T = Variação de temperatura
('Delta T' está se referindo à ''variação da temperatura'')

  • O calculo(a fórmula) usado para contas que usam o tema ''capacidade térmica'' é:

C = Q/∆T

Com essa fórmula podemos ter exatamente a descrição de ''O que é capacidade térmica na teoria?''
  • Capacidade térmica é a quantidade de calor que um corpo necessita receber ou ceder para que sua temperatura varie uma unidade, ou seja, um grau. Analisando a fórmula, é a razão entre o quociente (de um corpo) entre a quantidade de calor (Q) recebida ou pedida por um corpo e a variação de temperatura.
Melhor falar em português né? Haha, brincadeira! Mas vamos colocar aqui outra definição mais simples e crua. Fica sempre mais fácil para entender.

    Existe outra fórmula também, não tão popular como a que vimos aqui em cima.

 C = m * c
(m está se referindo à "massa"; c está se referindo à "calor específico")

Aqui está! O problema é que envolve o ''calor específico'', matéria que está sendo postada no blog de outro grupo. Isto é matéria que não deve ser encontrada aqui com tanta explicação.

  • Por último e não menos importante, temos as unidades que usamos ao encontrar o coeficiente ''C'' (capacidade térmica) após um cálculo. Lembrando que a unidade é muito importante e uma vez que esquecida, pode prejudicar toda uma resposta.

Usada especificamente para a capacidade térmica temos: 
     
cal = caloria; sendo assim, caloria por graus Celsius. Para Q (quantidade de calor), a unidade utilizada é a caloria (cal); para ∆T (variação de tempetura), usa-se graus Celsius (°C).

Para melhores explicações, daremos exemplos de aplicações destas fórmulas em exercícios:



1- Uma fonte térmica fornece calor à razão de 20 cal/min. Um corpo é aquecido nessa fonte durante meia hora e sua temperatura, então, sobe de 50°C para 130°C. Desprezando a perda de calor para o ambiente, determine qual a quantidade de calor recebida pelo corpo e qual sua capacidade térmica.

          Neste exercício, a unidade utilizada cal/min, é potência (pot) de uma fonte térmica para liberar ou retirar calor de um corpo e não capacidade térmica, ou seja, a fórmula antes apresentada sobre capacidade, será utilizada depois da fórmula de potência.
          A fórmula de potência é a razão entre energia (cal ou kJ) e tempo (s, min, h).
          Energia = Calor (Q).
          Para este exercício, fica assim:
20 = energia / 30
20 x 30 = energia
600 cal = energia

          Então, substituímos na fórmula de capacidade:
C = 600 / 80
C = 7,5 cal/°C

          A quantidade de calor recebida foi de 600cal, e a capacidade térmica deste corpo é de 7,5 cal/°C.

2- Um refrigerador retira calor à razão de 20cal/min. Um corpo de capacidade térmica 5cal/°C é colocado nesse refrigerador e nele permanece por 40 minutos, sendo retirado ao atingir a temperatura de 20°C. Determine:

a) a variação de temperatura sofrida pelo corpo;
b) a temperatura do corpo ao ser colocado no refrigerador.

          a) Para a primeira letra, novamente precisamos calcular a potência para depois aplicarmos a fórmula de capacidade:
-20 = energia / 40
-800 = energia

          A potência é negativa, por se tratar de um refrigerador, aparelho programado para para retirar calor dos corpos.
          Agora sim substituiremos para a fórmula de capacidade:
5 = -800 / ∆T - 20
5(∆T - 20) = -800
∆T - 20 = -800 / 5
∆T = -140 °C

          b) Para a segunda letra, somamos a variação com a temperatura inicial:
20 + 140 = 160 °C

Biografia de D. João VI

Monarca de Portugal. Imperador do Brasil.


Na questão do Final de Semana pudemos ver que esse português foi o homem que ajudou a nós Brasileiros, com a ciência, tecnologia, e logo, a sabedoria. Temos aqui uma pequena biografia sobre o mesmo.
Ficheiro:Debret-djoãoVI-MHN.jpg
''Pela Graça de Deus, Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc. (1816-1825)
Pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc. (1825-1826)''

D. João VI de Portugal (nome completo: João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança; que nasceu em Lisboa (Portugal) em 13 de maio de 1767, morreu no mesmo lugar em 10 de março de 1826) conhecido como O Clemente, foi Rei de Portugal entre 1816 e a sua morte. Segundo dos filhos de D. Maria I de Portugal e de seu tio Pedro III, tornou-se herdeiro da coroa portuguesa como Príncipe do Brasil e 21º duque de Bragança após a morte do irmão mais velho,D. José duque de Bragança, em 11 de Setembro de 1788, vitimado pela varíola.
Ordem: 28º Monarca de Portugal. 1º Imperador do Brasil (de jure)
Cognome:
O clemente.
Dinastia:
Bragança.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Início do projeto.

          Na quinta-feira, 25 de agosto, após a aula de explicações sobre a próxima competição, nosso grupo já começou a comentar sobre quais materiais poderíamos usar, qual modelo deveríamos seguir, etc. Na próxima semana, estamos planejando organizar nossas ideias, uni-las e chegar a uma conclusão, para depois iniciarmos a construção do nosso carrinho para a competição.

Grupo 1.

Competição de Carrinho de Ratoeira.

          Assim como todos os trimestres, é proposto uma competição diferente. No primeiro trimestre, fizemos uma ponte de macarrão; no segundo, fizemos um foguete à água; agora, no terceiro, faremos um carrinho de ratoeira.
          Na última aula de física, quinta-feira 25 de agosto, foi feito uma apresentação em sala para os alunos sobre o projeto que devemos realizar; as regras foram passadas, fotos de modelos foram mostradas e recebemos instruções do professor.
          Temos como objetivo inicial, montar um carrinho de ratoeira de velocidade, como por exemplo este:


          Um carrinho de ratoeira para velocidade, possui tamanho pequeno. Já o de distância, é um carrinho grande (que é o que não devemos fazer para este momento):


          Este tipo de carrinho é caracterizado, como podemos ver, pelo o seu comprimento.

          Como iremos construir o modelo de velocidade, falaremos sobre como construir um modelo básico.


          Neste modelo que pegamos, o carrinho possui duas ratoeiras, mas, no nosso caso, estamos autorizados a usar apenas uma, que será dada pelo o professor alguns dias antes do dia da competição. Mas antes, o grupo se reunirá para praticar diversas vezes com uma ratoeira diferente.
  1. A ratoeira deve estar posicionada em alguma ponta do carrinho (de acordo com a preferência). A posição da mesma não fará tanta diferença quanto ao modo que se enrolará o fio da haste no suporte das rodas.
  2. Quando a ratoeira for acionada, puxará a haste, que, por sua vez, desenrolará o fio que vai girar as rodas. O fio deve ser enrolado corretamente para que o carrinho ande para frente, caso contrário, o carrinho andará para trás.
  3. Em um dos pares de rodas, deverá ser enrolado o fio que ficará conectado à haste, que terá a função de dar movimento às rodas.
  4. As rodas deverão ser construídas, não se pode utilizar rodas já prontas. De acordo com o material utilizado, as rodas podem não ter atrito suficiente com o chão e derrapar no mesmo lugar; assim como nos disse nosso professor, é recomendável que se coloque um material, como por exemplo, fita isolante na beirada da roda, onde tem contato com o chão, causando mais atrito. Na primeira foto, mostramos um modelo que utiliza deste artifício.
        


          Este carrinho não deve ser utilizado, como já explicamos, por já ter as rodas prontas; porém, pode ser utilizado o modelo de não utilizar apoio para a ratoeira, como é mostrado na segunda foto deste post.
          
          A competição, que será realizada no colégio, terá como objetivo atravessar uma pista de 3m de comprimento e 80cm de largura. O carrinho não pode sair da linha que será delimitada e os competidores precisarão esperar pelo o sinal verde, que ficará no fim da pista, para acionar suas ratoeiras.
          Como mostra a foto que é da competição do ano passado:


          Se os dois carrinhos saírem da pista antes de chegar na linha de chegada, o que sair mais a frente, ganha. O carrinho não precisa atravessar por completo na pista, basta a roda frente alcançar o final.
          Para começar a corrida, o professor esperará os grupos ajustarem seus respectivos carros; quando um deles, posicionar o carro no início da pista, será cronometrado 1 minuto para que o outro grupo coloque seu carrinho também para competir, caso isto não ocorra, o grupo é automaticamente desclassificado, dando a vitória para o outro sem ter mesmo competido.

          Estas foram informações sobre a nossa próxima competição, que foram todas passadas em sala de aula. Já esperamos ansiosos pelo o grande dia!

Grupo1.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PARTE II 06 de agosto Competição de foguetes 2011

Fotos da competição retiradas do site do colégio IDESA.

A base antes do lançamento.


   A base com o foguete preparado para o lançamento.


 A base em uma imagem mais aproximada.

sábado, 6 de agosto de 2011

06 de agosto Competição de foguetes 2011

Ontem, sexta-feira 05 de agosto, estávamos ansiosos, as 14horas o Líder Daniel e a sacerdotisa Ana Victória fomos a reunião do Professor Doutor responsável Maurício para rever regras e obrigações a respeito da competição que aconteceria no dia seguinte. Logo que saímos da reunião do colégio fomos para a casa da Conselheira Isabella onde reunimos com o grupo (todos presentes, menos Mariana que estava ausente por motivo de trabalho) estávamos tensos e arrumamos os últimos detalhes, logo depois na casa de Ana Victória fizemos os testes, e como grande dificuldade o paraquedas não abria completamente e tivemos alguns resultados não muito significativos.
Hoje, sábado 06 de agosto fomos para a chácara do colégio para a competição, devido alguns motivos chegamos um pouco atrasados para nossa bateria mas conseguimos participar, quando percebemos o paraquedas estava um pouco danificado (o paraquedas uma das maiores dificuldades), mas insistimos em usa-lo mesmo assim e tivemos problemas com a trava e decidimos não usá-la.
Na primeira tentativa tivemos um problema com a bomba e perdemos a chance, na segunda (já com uma outra bomba de pressão). BUMMM! O Foguete decola e o paraquedas abre completamente. Vimos no alto um motivo de orgulho pelo nosso trabalho e esforço. Tivemos o resultado de 3,50 e ficamos na posição 21º. Não foi um resultado muito bom mas com certeza um resultado do qual tivemos orgulho.


Preparando o foguete na bateria.

A dupla mostrando os crachás entre os estudantes.

 Todos os alunos participantes.